As forças norte-americanas utilizaram bombas de penetração profunda contra baterias anti-embarcações do Irã ao longo do estreito de Ormuz, com o objetivo de reabrir a importante rota marítima. O estreito, que tem 33 km de largura, está bloqueado desde 28 de fevereiro, quando o Irã iniciou a guerra contra os EUA e Israel.
O Centcom (Comando Central dos Estados Unidos) informou que as bombas foram utilizadas com sucesso contra posições fortificadas de mísseis iranianos ao longo da costa do Irã, perto do estreito de Ormuz. Os mísseis de cruzeiro antinavio iranianos nessas posições representavam um risco para a navegação internacional no estreito.
O presidente dos EUA, Donald Trump, havia pedido ajuda internacional para reabrir o estreito, mas depois que aliados dos EUA na Otan rejeitaram deslocar militares para o local, Trump declarou que “não deseja e nem precisa mais” de ajuda. Em uma publicação na plataforma Truth Social, Trump disse:
“Sempre considerei a Otan, onde gastamos centenas de bilhões de dólares por ano protegendo esses mesmos países, uma via de mão única: nós os protegemos, mas eles não fazem nada por nós, especialmente em um momento de necessidade”.
A república islâmica do Irã mantém o estreito bloqueado como estratégia para pressionar a economia global, afetando o transporte de mais de 14 milhões de barris diários de petróleo. O bloqueio tem gerado tensões internacionais e preocupações sobre a estabilidade da região.
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