O avanço do preço do diesel e a insatisfação com as medidas do governo federal estão levando os caminhoneiros a intensificar a articulação em torno de uma greve nacional, que pode ter início ainda nesta semana. A mobilização se fortaleceu após assembleias recentes e já reúne lideranças de diferentes regiões do Brasil, segundo o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, também conhecido como “Chorão“.
A mobilização reúne motoristas autônomos e profissionais contratados por empresas de transporte, sob regime CLT. A Federação dos Caminhoneiros Autônomos de Cargas em Geral do Estado de São Paulo (Fetrabens) também está unida com os caminhoneiros, segundo o seu presidente, Everaldo Bastos. “Há alguns locais do país com paralisações já agendadas para amanhã, mas são todos movimentos independentes, todos ligados a sindicatos e alguns organizados pela própria categoria”, afirmou.
As reivindicações dos caminhoneiros incluem o cumprimento da tabela de frete mínimo, prevista na Lei 13.703 de 2018, que instituiu a política nacional de pisos mínimos do transporte rodoviário de cargas. Além disso, eles exigem isenção de pedágio em viagens sem carga e maior previsibilidade nos custos operacionais.
A discussão envolve também os estados, que rejeitaram um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para redução dos preços do diesel. A greve nacional pode ter impactos significativos na economia e na sociedade, e é importante que as autoridades e os caminhoneiros encontrem uma solução para as demandas da categoria.
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