📍 Local: Anápolis – Goiás
📅 Data: [Data não informada]
⚖️ Natureza: Violação de dispositivo informático e exposição não consentida de imagens íntimas
✅ O que aconteceu
Um professor de Medicina Veterinária de uma instituição de ensino superior em Anápolis está sendo acusado de invadir o celular de uma aluna para furtar e vazar fotos e vídeos íntimos da estudante. Segundo as investigações, o docente teria se aproveitado do acesso ao telefone da vítima para transferir os arquivos para seu aparelho pessoal.
Os arquivos foram compartilhados em grupos de mensagens, o que levou a aluna a denunciar o caso. O namorado da estudante, ao tomar conhecimento do ocorrido, dirigiu-se ao campus para confrontar o professor. Uma discussão acalorada se iniciou e rapidamente evoluiu para uma troca de agressões, resultando na intervenção da Polícia Militar, que restabeleceu a ordem e conduziu ambos à delegacia.
No distrito policial, os fatos foram formalizados, e o professor agora responde pelo suposto crime de invasão de dispositivo informático e exposição não consentida de imagens íntimas.
O Código Penal Brasileiro é rigoroso quanto a condutas que violam a privacidade digital e a honra sexual.
A Lei Carolina Dieckmann pune o acesso forçado a dados em dispositivos alheios com detenção, além de tipificar a difusão de conteúdo íntimo com reclusão de até cinco anos.
Até o momento, a direção da unidade de ensino não se pronunciou sobre o caso, nem informou se há processo administrativo em andamento para apurar o desvio de conduta do professor.
Em casos de exposição não consentida de imagens íntimas, a recomendação é registrar o conteúdo — como links e capturas de tela — por meio de uma ata notarial em cartório ou ferramentas de preservação digital. Essa medida garante que as provas tenham validade jurídica e não sejam perdidas caso o material seja removido antes da investigação da Polícia Civil.
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