O tenente-coronel Geraldo Neto foi preso sob a acusação de matar a sua esposa, a soldado Gisele Alves, com um tiro na cabeça. As mensagens de WhatsApp trocadas entre o oficial e a vítima mostram um perfil autoritário e controlador de Geraldo sobre Gisele. Ele se definia como um “macho alfa” e cobrava que a esposa fosse “fêmea beta obediente e submissa”.
Geraldo escreveu que tratava a esposa “com amor, carinho, atenção e autoridade de Macho Alfa provedor e fêmea beta obediente e submissa”. Ele também impôs regras à vítima, proibindo-a de cumprimentar outros homens e de vestir roupas justas. Além disso, o oficial cobrava que a esposa mantivesse relações sexuais com ele, alegando que sustentava a casa.
A prisão do tenente-coronel ocorre em meio a mudanças recentes na legislação sobre feminicídio. A Lei 14.994 transformou o crime em tipo penal autônomo, com pena de 20 a 40 anos de prisão e tramitação prioritária.
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