Os ministros das Relações Exteriores do G7, grupo formado pelas economias mais ricas do mundo, emitiram um comunicado conjunto expressando preocupação com o fechamento do Estreito de Hormuz, uma rota crucial para o transporte de petróleo. O estreito, responsável por cerca de 20% do petróleo consumido globalmente, foi afetado por tensões na região. O G7, composto por Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido, Estados Unidos e a União Europeia, destacou a importância de proteger as rotas marítimas e expressou apoio aos parceiros na região diante dos ataques “injustificáveis” da República Islâmica do Irã.
Os ministros condenaram os ataques contra civis e infraestrutura civil, incluindo a infraestrutura de energia, e reiteraram o compromisso em limitar os prejuízos causados pela guerra. Além disso, 22 países, majoritariamente europeus, mas também incluindo Emirados Árabes Unidos e Bahrain, manifestaram intenção de garantir a passagem pelo estreito.
**Reações Internacionais**
O presidente iraniano, em um telefonema com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, clamou por apoio do bloco de economias emergentes, conhecido como Brics, para impedir os ataques dos Estados Unidos e de Israel. O presidente iraniano propôs uma estrutura de segurança regional para garantir a paz sem interferência estrangeira. Em resposta, Modi condenou os ataques no Oriente Médio e reiterou a importância de proteger a liberdade de navegação.
**Impacto Econômico**
Os ataques na região resultaram no fechamento do Estreito de Hormuz, levando a um aumento significativo no preço do petróleo. Desde o início do conflito, o preço do barril do petróleo subiu mais de 50%, passando de US$ 72,48 para US$ 112,19.
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