A stillagem de rejeitos radioativos de césio-137, provenientes do maior acidente radiológico da história do Brasil, continua em Abadia de Goiás, onde mais de 30 anos se passaram desde a tragédia de 1987, em Goiânia. As 6.000 toneladas de rejeitos continuam presentes, apesar das promessas de resolução. Relatórios da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) mostram que decisões políticas foram responsáveis pela escolha do local de armazenamento, e não problemas técnicos.
A escolha do local foi adiada devido a considerações políticas, como a ideia de enviar os rejeitos para a Serra do Cachimbo, no sul do Pará. Em carta aberta, o governador Hélio Gueiros rejeitava a ideia de seu estado ser usado como “lata de lixo” do Brasil.
O técnico da CNEN, Roberto Oliveira, relata que a escolha do local foi difícil, mas que sabiam que precisavam de um local seguro para armazenar os rejeitos. “Foi uma escolha difícil, mas sabíamos que precisávamos de um local seguro para armazenar os rejeitos. A Abadia de Goiás foi escolhida pela sua localização geográfica e pelo fato de ter uma faixa de terra próxima à BR-060.”
“Foi uma escolha difícil, mas sabíamos que precisávamos de um local seguro para armazenar os rejeitos. A Abadia de Goiás foi escolhida pela sua localização geográfica e pelo fato de ter uma faixa de terra próxima à BR-060.”
— Roberto Oliveira, técnico da CNEN
O caso continua a ser tema de debate e preocupação entre os moradores da região. É tempo de que a questão seja resolvida, garantindo a segurança dos cidadãos brasileiros.
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