Há poucos meses, Elissete Garcia havia deixado Cuba e desembarcado no Brasil. Logo após conquistar o CPF, ela conseguiu um emprego em uma clínica e recebia R$ 1.400 por mês, pagos pelo patrão por Pix enviado para uma conta que ela tinha no Nubank. No entanto, quando ela tentou acessar a conta, descobriu que ela estava bloqueada sem qualquer comunicado anterior. A fintech informou que ela deveria esperar 30 dias e que nunca mais poderia ter qualquer vínculo com o Nubank. Até hoje, dois anos depois, ela não recuperou o dinheiro.
Outros clientes do Nubank também relatam experiências semelhantes. O vendedor Lucas Leitão teve sua conta bloqueada sem aviso após um amigo enviar um Pix para ele de R$ 200. Ele conseguiu reaver o dinheiro após acionar a Justiça. Já Guilherme Righi conta que passou por dias de desespero após o bloqueio de sua conta no Nubank, que ocorreu logo após ele receber por Pix o pagamento de um serviço. Ele conseguiu recuperar o dinheiro dias depois, mas a conta do Nubank foi definitivamente cancelada.
Esses casos não são isolados. A coluna mostrou casos que chegaram ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), onde os bloqueios foram justificados pelo Nubank como reação a “indícios de conduta ilícita”. Em todos eles, os clientes precisaram de uma decisão judicial para reaver o dinheiro que estava na conta do Nubank. Em um dos casos, de um centro de estética em Águas Claras, o Nubank bloqueou mais de R$ 2 milhões, deixando a empresa impedida de acessar a quantia.
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