O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a um pedido da defesa e concedeu prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado.
Bolsonaro foi preso em novembro do ano passado, antes mesmo de a sentença da Corte transitar em julgado, pela tentativa de romper a tornozeleira eletrônica enquanto estava detido em casa. Ele seguiu para a Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal, onde começou a cumprir a pena. Em 15 de janeiro, ele foi transferido para o 19º Batalhão da Polícia Militar, que fica dentro do Complexo da Papuda e é conhecido como Papudinha.
A defesa do ex-presidente alegou questões de saúde e afirmou que existe a necessidade de mais cuidados médicos. Bolsonaro precisou ser internado no dia 13 de março no hospital DFStar após ser diagnosticado com pneumonia bacteriana, e chegou a ir para a UTI. Ele depois foi transferido para a ala semi-intensiva.
De acordo com a última petição dos advogados, relatórios médicos apontam que o ex-presidente tem histórico de doenças respiratórias, apneia do sono e outras comorbidades, o que exigiria monitoramento contínuo e resposta médica imediata em caso de intercorrências.
A cela de Bolsonaro na Papudinha tem área total de 64,83 metros quadrados, incluindo banheiro, cozinha, lavanderia, quarto, sala e área externa. As acomodações contam com cozinha com possibilidade de preparo e armazenamento de alimentos, banheiro com chuveiro de água quente, geladeira, armários, cama de casal e televisão.
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