Uma mulher de 36 anos foi presa na Casa de Prisão Provisória de Aparecida de Goiânia, mas foi liberada após ser identificada como vítima de erro no mandado de prisão. De acordo com o advogado Kalleb Reis, a mulher nunca respondeu a processo e sua irmã gêmea, que deveria ter sido presa, respondeu a um processo no Tocantins.
A prisão ocorreu após a Polícia Militar de Goiás receber um mandado de prisão expedido pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), por meio da Vara Federal de Gurupi-TO. No entanto, o mandado foi expedido com erro, pois a mulher presa não era a destinatária do mandado. A única menção à mulher presa era como irmã gêmea da pessoa que deveria ter sido presa.
“O mandado foi expedido com erro. Era para ela ter sido apresentada na Justiça Federal e ela foi apresentada na Justiça Estadual de Goiás. Quando o mandado chega, não chega nenhum documento […] Não confere se, de fato, era para aquela pessoa ser presa, se tem ou não razão, se a prisão é justa. Isso não é conferido pelo juiz da custódia”, explicou o advogado.
A mulher foi liberada após audiência de custódia, mas foi obrigada a usar uma tornozeleira eletrônica. A Polícia Militar de Goiás afirmou que a atuação policial ocorreu com base em mandado de prisão expedido pelo TRF1 e que a mulher foi apresentada à autoridade de polícia judiciária, que encaminhou-a ao Poder Judiciário.
A Equipe Elienai News se solidariza com a mulher e sua família nesse momento de confusão. Esperamos que essa situação seja resolvida o mais rápido possível e que a mulher possa retomar sua vida normalmente.
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