A dívida bruta do governo geral, que inclui o governo federal, o INSS e os governos estaduais e municipais, atingiu um recorde em fevereiro. De acordo com o Banco Central (BC), a dívida bruta chega a 79,2% do PIB, o que significa R$ 10,2 trilhos.
Essa é uma alta de 0,5 ponto percentual (p.p.) em relação ao mês anterior. A evolução no mês decorreu principalmente do efeito dos juros nominais apropriados, da emissão líquida de dívida, do efeito da valorização cambial e da variação do PIB nominal.
No ano, o aumento de 0,6 p.p. do PIB resulta principalmente da incorporação de juros nominais, do crescimento do PIB nominal, do efeito da valorização cambial e dos resgates líquidos de dívida.
Dívida Líquida do Setor Público Alcance 65,5% do PIB
Já a dívida líquida do setor público atingiu 65,5% do PIB (R$ 8,4 trilhões) em fevereiro. É uma alta de 0,6 p.p. do PIB no mês. O resultado da dívida líquida do setor público refletiu os impactos dos juros nominais apropriados, da valorização cambial, do déficit primário e dos demais ajustes da dívida externa líquida.
Deficit Primário do Setor Público Consolidado
O setor público consolidado, formado por União, Estados, municípios e estatais, foi deficitário em R$16,4 bilhões em fevereiro de 2026.
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