A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) anunciou a proibição da importação de novos modelos de roteadores fabricados no exterior no argumento de que esses aparelhos levantam preocupações com a segurança. A principal alvo da medida é a China, que já tem outras restrições sobre o envio de seus equipamentos aos EUA.
A estimativa é de que a China controle 60% do mercado americano de roteadores domésticos, que conectam computadores, telefones e outros dispositivos à internet. A ordem da FCC não afeta a importação ou o uso de modelos existentes, mas proíbe os que forem lançados a partir de agora.
A FCC afirmou que agentes mal-intencionados exploraram brechas de segurança em roteadores fabricados no exterior “para atacar residências, interromper redes, permitir a espionagem e facilitar o roubo de propriedade intelectual”. O comunicado citou como exemplos os ataques como Volt, Flax e Salt Typhoon, todos apontados como de origem em grupos hackers chineses.
“A tremenda decisão de hoje da FCC e do governo Trump protege nosso país contra os implacáveis ataques cibernéticos da China e deixa claro que esses dispositivos devem ser excluídos de nossa infraestrutura crítica”, disse o congressista Moolenaar.
A TP-Link Systems foi processada em fevereiro pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, por supostamente comercializar seus roteadores de rede de forma enganosa e permitir que Pequim acessasse dispositivos dos consumidores norte-americanos. A companhia afirmou que o governo chinês não tem nenhuma forma de propriedade ou controle sobre a empresa, seus produtos ou dados de usuários.
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