O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta sexta-feira, 17 de janeiro de 2026, o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Bolsonaro cumpre prisão preventiva desde novembro de 2025 em razão da condenação no processo do golpe de Estado.
A defesa argumentou que Bolsonaro tem 70 anos, problemas de saúde e condições para cumprir pena em domicílio, com monitoramento eletrônico. Gilmar Mendes rejeitou o pleito, mantendo a prisão na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
O ministro destacou que a decisão considera a gravidade dos fatos, o risco de fuga e a necessidade de garantia da ordem pública. Bolsonaro segue detido, e a defesa pode recorrer ao plenário do STF.
O caso continua repercutindo na política nacional e entre eleitores do Vale do São Patrício, onde Bolsonaro mantém forte base de apoio.
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