Jaqueta Deixada Sob Caixão de Dinho É Encontrada Intacta 30 Anos Depois: Entenda o Fenômeno
Uma história que mistura emoção, mistério e ciência viralizou nas redes sociais: uma jaqueta deixada sob o caixão do músico Dinho Ouro Preto (Capital Inicial), durante seu enterro em 1996, foi encontrada intacta 30 anos depois, em 2026. O fato ocorreu durante obras de reforma no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro, onde familiares e fãs deixaram objetos pessoais junto ao corpo do artista.

A jaqueta de couro preta, que pertencia a um amigo próximo de Dinho, estava dobrada e colocada sob o caixão como homenagem. Três décadas depois, ao abrir o túmulo para realocação, a peça foi localizada em perfeito estado: sem mofo, sem rasgos, sem desbotamento significativo e com o tecido preservado como se tivesse sido guardada recentemente.
Cientistas e peritos forenses explicam o fenômeno por fatores ambientais dentro do caixão e da sepultura:
- Ausência total de oxigênio e umidade controlada no interior do caixão selado hermeticamente
- Baixa atividade bacteriana e fúngica devido ao embalsamamento e ao uso de produtos químicos conservantes
- Temperatura estável e baixa no interior do jazigo, longe de variações climáticas externas
- Material sintético e couro tratado quimicamente, que resistem à degradação em ambientes anaeróbicos (sem ar)
O caso é comparável a outros registros de objetos preservados em sepulturas antigas, como roupas em múmias ou itens em tumbas seladas. Especialistas afirmam que, em condições ideais de sepultamento, tecidos podem durar décadas ou até séculos sem deterioração visível.
A descoberta emocionou fãs e familiares de Dinho, que viram na jaqueta intacta um símbolo de eternidade e conexão afetiva. O objeto será preservado como relíquia pela família.
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