A vida da modelo italiana Pamela Genini, falecida em outubro de 2025, foi interrompida mais uma vez por um crime brutal e macabro. O túmulo onde ela estava enterrada foi violado e a cabeça da jovem foi retirada. Este é o segundo crime de violência que Pamela sofreu. Leia mais sobre o caso.
A modelo, que tinha 29 anos, era conhecida por sua carreira na moda e como empresária. Ela construiu uma carreira exitosa, participando de campanhas publicitárias e programas de televisão. Além disso, ela também investiu no empreendedorismo, sendo cofundadora de uma marca de biquínis e atuante no mercado imobiliário de alto padrão.
A vida de Pamela foi interrompida em outubro de 2025, quando ela foi assassinada dentro do próprio apartamento em Milão. O principal suspeito é o ex-companheiro, Gianluca Soncin, de 52 anos. De acordo com as investigações, o crime aconteceu após uma discussão. Pamela foi atacada com cerca de 20 golpes de faca na sacada do imóvel, enquanto tentava pedir ajuda.
Meses após o assassinato, a família decidiu transferir o corpo de Pamela de um túmulo provisório para a capela familiar, no cemitério de Strozza. Foi nesse momento que descobriram o novo crime. O caixão havia sido violado e a cabeça de Pamela Genini foi retirada. No local, foram encontrados parafusos espalhados e sinais de que o caixão havia sido novamente selado com silicone recente, indicando ação criminosa planejada.
A polícia italiana segue investigando o caso, que pode envolver crimes como profanação de cadáver e violação de túmulo. A pena para os responsáveis pode variar de dois a sete anos de prisão, podendo ser agravada devido às circunstâncias.
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