O Ministério da Saúde publicou novas diretrizes que ampliam o tratamento da fibromialgia no SUS, garantindo mais acesso a medicamentos, terapias e acompanhamento especializado. A atualização, divulgada em 26 de fevereiro de 2026, inclui a incorporação de novos fármacos e protocolos de atendimento multidisciplinar, beneficiando milhares de pacientes com dor crônica generalizada.
Entre as principais mudanças:
- Inclusão de duloxetina e milnaciprana na lista de medicamentos disponíveis
- Ampliação do acesso a fisioterapia, terapia ocupacional e psicoterapia
- Protocolo de avaliação e acompanhamento com equipe multiprofissional (reumatologista, neurologista, psicólogo e fisioterapeuta)
- Prioridade no atendimento em unidades básicas e especializadas
A fibromialgia afeta cerca de 2% a 8% da população brasileira, com maior prevalência em mulheres entre 30 e 50 anos. Os sintomas incluem dor muscular difusa, fadiga extrema, distúrbios do sono e problemas cognitivos (“névoa mental”).
A nova diretriz reconhece a fibromialgia como doença crônica incapacitante e busca reduzir o sofrimento dos pacientes, que muitas vezes enfrentam longas filas e falta de tratamento adequado no SUS.
Em Goiás, incluindo Goianésia e o Vale do São Patrício, as unidades de saúde já recebem orientações para implementar as mudanças. Quem tem diagnóstico confirmado pode procurar o posto de saúde ou UPA para avaliação e inclusão no protocolo.
Mais um avanço importante para quem convive com a dor crônica: o SUS ampliando o cuidado e a dignidade no tratamento.
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