A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) informou na última quarta-feira, 1º de maio, ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre uma ocorrência envolvendo a troca do carregador da tornozeleira eletrônica de monitoramento do ex-presidente Jair Bolsonaro. O motivo específico da substituição do componente não foi detalhado pela corporação, que é responsável pela vigilância da residência de Bolsonaro.
Sob prisão domiciliar por 90 dias, o ex-presidente deve manter o equipamento carregado ininterruptamente, 24 horas por dia. A comunicação ao Supremo detalhou que a troca do carregador ocorreu na madrugada do domingo anterior, dia 29 de abril, entre 00h34 e 01h03.
A policial penal Rita de Cassia Gaio foi a responsável por realizar a substituição. Rita de Cassia Gaio ganhou notoriedade no ano passado, após ter ingressado na residência de Bolsonaro em uma ocasião anterior, quando o ex-presidente teria tentado violar o dispositivo de monitoramento com um ferro de solda.
Com base nos dados fornecidos pela PMDF, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, tem a prerrogativa de solicitar mais esclarecimentos sobre os motivos que levaram a essa substituição. Atualmente, Jair Bolsonaro cumpre uma pena definitiva de 27 anos e três meses de prisão, resultado de sua condenação na ação penal referente à trama golpista.
Este monitoramento contínuo é parte essencial das condições de sua prisão domiciliar, garantindo a observância das determinações judiciais.
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