Leonid Radvinsky, empresário ucraniano-americano e dono do OnlyFans, morreu na segunda-feira (23) aos 43 anos, após uma longa batalha contra o câncer. A informação foi confirmada pela companhia em comunicado enviado à imprensa.
“Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de Leo Radvinsky. Leo faleceu em paz”, disse a empresa.
Radvinsky nasceu em Odesa, na Ucrânia, e se mudou ainda criança para os Estados Unidos, onde construiu sua carreira no setor de tecnologia. Ele vivia na Flórida e mantinha perfil reservado, com raras aparições públicas.
Radvinsky assumiu o controle do negócio em 2018, dois anos após a fundação do OnlyFans, e foi sob sua gestão que a plataforma se consolidou como um fenômeno cultural e comercial. O site permitiu que criadores passassem a cobrar diretamente por conteúdo, o que impulsionou a explosão da empresa a partir de 2020.
Durante a pandemia, o OnlyFans ganhou projeção mundial, impulsionado pela popularização do modelo de assinaturas e pela hospedagem de material vetado ou restringido em outras redes. Em agosto do ano passado, a plataforma informou ter pago ao empresário US$ 701 milhões em dividendos relativos a 2024.
A Forbes estimava, nesta segunda-feira, sua fortuna em cerca de US$ 4,7 bilhões, o que o colocava entre os mil mais ricos do mundo. Além da atuação empresarial, Radvinsky também mantinha iniciativas filantrópicas, incluindo a doação de mais de US$ 1,3 milhão em criptomoedas para a Ucrânia após a invasão russa em 2022.
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