A Polícia Federal (PF) está investigando um grupo suspeito de falsificar e vender diplomas acadêmicos irregulares, incluindo títulos de mestrado e doutorado sem reconhecimento oficial. Os envolvidos utilizavam páginas eletrônicas fraudulentas e até uma suposta instituição estrangeira para dar aparência de legitimidade aos documentos.
De onde veio a denúncia
As diligências começaram em 2025, após denúncias de conselhos profissionais que identificaram a apresentação de diplomas falsificados atribuídos a instituições brasileiras. Com base nessas denúncias, a PF começou a investigar o grupo e constatou que eles criavam sites que simulavam ambientes oficiais de universidades, com o intuito de promover autenticidade aos certificados.
Como funcionava o esquema
O grupo criava sites que simulavam instituições de ensino superior e emitia diplomas sem qualquer comprovação de reconhecimento pelos órgãos educacionais competentes. Eles alegavam que os títulos poderiam ser utilizados no Brasil sem necessidade de revalidação, o que não é permitido pela legislação.
Quem está envolvido
Quatro pessoas foram identificadas como integrantes do esquema, com funções bem definidas, entre elas, captação de clientes, gestão financeira e apresentação institucional da entidade fictícia. Eles podem responder por crimes como falsificação de documento público, uso de documento falso, estelionato, organização criminosa e exercício irregular de profissão.
Operação Medalhão
A Operação Medalhão foi realizada na terça-feira (24/3) para desarticular o esquema. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, sendo um em um endereço comercial utilizado como base das atividades e quatro em residências dos investigados.
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