O Grupo de Trabalho formado pelo governo para discutir um projeto que regulamenta o trabalho por aplicativos apresentou um relatório que sugere pagamento mínimo de R$ 10 por corrida, com R$ 2,50 por km adicional em viagens acima de 4 km, além do pagamento integral por entrega agrupada. As rotas agrupadas ocorrem quando um único entregador coleta e entrega múltiplos pedidos em uma única viagem.
A sugestão apresentada pelo governo atende a uma reivindicação da categoria e busca aprimorar a justiça remuneratória. O relatório também prevê a instalação de cem pontos de apoio para os motoristas e entregadores por aplicativo, com banheiro, água, vestiário, área de descanso e conectividade com a internet.
O ministro Luiz Marinho afirmou que o parecer do GT servirá para pressionar por um texto que garanta mais direitos aos trabalhadores. “Esperamos que o parlamento escute essa voz. Esperamos que a sociedade escute essa voz e separe as mentiras das verdades”, afirmou.
O governo também defende que os entregadores recebam o valor integral por cada item entregue, em vez de ter a taxa de exploração cobrada pelas plataformas. As plataformas criticam o tabelamento, acreditando que isso inviabiliza o modelo de negócios.
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