O senador Sergio Moro (PL), pré-candidato ao governo do Paraná em 2026, anunciou que, caso seja eleito, pretende criar uma “agência anticorrupção” no estado com independência administrativa e dirigentes de mandato fixo. A proposta, que será detalhada em sua campanha, visa fortalecer a fiscalização e a integridade na administração pública estadual, atuando de forma técnica e autônoma, semelhante à Controladoria-Geral da União (CGU) em âmbito federal.
“A ideia é criar uma agência anticorrupção independente, com mandato fixo para os dirigentes, nos moldes de uma CGU estadual”, declarou Moro ao Metrópoles. O ex-juiz da Lava-Jato também destacou que a estrutura teria como foco a prevenção e o combate à corrupção, além de atuar em parceria com órgãos de controle e investigação já existentes no Paraná. A medida integra um conjunto de ações que incluem mecanismos permanentes de fiscalização, segundo o candidato.
O vice na chapa de Moro é o empresário Edson Vasconcelos, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). A coligação reforça a aliança entre o setor produtivo e a proposta de gestão transparente. Nas projeções da Paraná Pesquisas divulgadas na segunda-feira (11/5), Moro lidera a disputa pelo Palácio Iguaçu em todos os cenários avaliados para o primeiro turno.
A proposta da agência anticorrupção ganha destaque em um momento em que a pauta da ética na gestão pública se intensifica na agenda política estadual. Caso implementada, a iniciativa poderia redefinir os padrões de controle interno no Paraná, combinando autonomia operacional com mecanismos de transparência.
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