A escolha da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), mulher trans, para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados está gerando controvérsias. 74% dos brasileiros questionam a escolha, enquanto 12% concordam com a decisão. Apenas 14% dos ouvidos preferiram não se manifestar.
Hilton é a primeira mulher transsexual a ocupar a cadeira da Presidência da Comissão. Durante seu discurso, ela declarou que o colegiado abordará todas as mulheres em dignidade e pluralidade. “Queira ou não queira, mulheres e trans e travestis não serão abandonadas nessa discussão e não me importa a vontade de quem quer que seja”, enfatizou a deputada.
A escolha de Hilton para presidir a Comissão foi questionada por parlamentares de direita, que alegaram que a votação foi conduzida de forma irregular e que houve a “ausência de legitimidade democrática”. A oposição no Congresso Nacional protocolou um recurso contra a eleição.
De acordo com a pesquisa PoderData, realizada entre 21 e 23 de março, com 2.500 entrevistados em todo o país, a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
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