⚖️ Natureza: Processo por difamação, suborno e acesso indevido a dados sigilosos
✅ O que aconteceu
A Polícia Federal prendeu Carlinhos Cachoeira no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, na tarde desta quarta-feira (13), com base em mandado da 8ª Vara Criminal de Goiânia. A prisão ocorreu para que ele fosse citado em um processo por difamação contra o delegado Francisco Lipari, titular da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) em Goiás. Horas depois, Cachoeira foi solto após decisão judicial que revogou a prisão preventiva.
Segundo a defesa, a prisão ocorreu porque Carlinhos não foi encontrado para citação do processo, mas o magistrado responsável pela ação revogou a ordem e determinou a expedição de um contramandado. A defesa ainda afirmou que ele apresentará suas manifestações processuais dentro do prazo legal.
O delegado Lipari acusou Cachoeira de ter publicado dados sigilosos de seu carro, extraídos de banco de dados da Administração Pública, e de subornar um agente público para obter informações confidenciais.
Entre as acusações, Cachoeira teria dito que o delegado recebia propina para atuar em uma investigação, uma alegação que ele nega e que será apresentada em sua defesa.
🎯 Resultado da Ocorrência
– Carlinhos Cachoeira foi solto após decisão judicial.
– Ele tem 10 dias para se apresentar à Justiça de Goiás e apresentar sua defesa.
👮 Equipe Responsável
– Polícia Federal (execução do mandado).
🛡️ Comando
– 8ª Vara Criminal de Goiânia (responsável pelo processo).
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